Ainda a propósito do tempo, ou da passagem deste. O ano passado estive 11 meses sem ir a “casa”. Dito assim parece pouco, mas foi quase um ano. Foi duro, mas ainda assim necessário. E dizia eu, quando cheguei notei a passagem do tempo, principalmente nos meus pais, e eles também a notaram em mim. Jurei que não podia estar tanto tempo sem os viver de perto, certo que estas juras não dependem de mim, infelizmente, mas prometi a mim mesma que mais que uma prioridade, é sem duvida uma necessidade. Depois dessa vez em Outubro de 2013, já fui a “casa” duas vezes, em Novembro e em Março deste ano. E assim estou melhor, vivo melhor. Não é fácil, numa dessa vezes fiz uma ginastica descomunal para conseguir estar uns ridículos 3 dias, voltei de rastos, mas de coração cheio.

Não quero notar apenas o tempo que passa no rosto de quem amo, quero fazer parte dessa marca.

Já tenho novo regresso agendado. Falta pouco.

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