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Não existe um motivo, apenas saudade, uma saudade enorme, daquelas que nos enche o peito, que pesa, que te faz pensar e pensar e pensar sempre no mesmo. Que te faz olhar para o calendário e fazer contas de cabeça.

O tempo tem estado uma maravilha, convenhamos que está calor a mais há demasiado tempo mas depois deste Inverno não ouso queixar-me, o trabalho tem corrido bastante bem, tenho laureado a puvide quanto baste, tenho aproveitado os saldos, estou de bem com a vida e de bem com os meus amores. Sinceramente está tudo bem. Não existe um motivo, apenas saudade.

Preciso de ir a Portugal, preciso de estar com os meus, de estar nos meus lugares, de ir a casa, não é capricho, é mesmo uma necessidade. Começo a ressentir estes quase 9 meses sem ir a casa, terei ainda de esperar mais 2 para fazer uma mini-mini viagem, que sinceramente neste momento nem sequer importa de quantos dias será, importa apenas que conseguir encaixar uns dias ainda este ano. Preciso mesmo. Tenho evitado de falar nisto, de demonstrar, de pensar a todo o instante, mas quando toca o telefone e vejo o +351 a coisa vai por água abaixo. Ai senhores, existem noites tão complicadas.

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