A quinta-feira é o dia por excelência que temos mais tempo para nós. Uma pobreza eu sei, mas já é assim há tanto tempo que já me habituei/ habituamos e não nos queixamos. Mas eu ontem estava completamente k.o., tenho me levantado quase todos os dias por volta das 5 e qualquer coisa da manhã, as noites tem sido compridas demais e o meu pobre corpo não aguentou tanta adrenalina. Tínhamos combinado que ele ía ter comigo ao trabalho e daí seguiríamos para “a nossa vida”, mas quando ele chegou leu-me na cara que eu queria tudo menos foróbódó e querido como é, ainda amuado por causa de uma mini-mini discussão que tivemos, lá acedeu aos meus desejos. Acompanhou-me nos 4/ 5 minutos que separam o meu local de trabalho da nossa casa e lá me deixou entregue ao bem estar do nosso sofá mais fofo, digo deixou, porque insisti que ele fosse comprar o seu bem dito telemóvel que anda a adiar há duas semanas, no caminho foi ao supermercado, foi com o pilas á rua, foi correr, e eu sempre a dormir. Quando chegou estava eu fresca que nem uma alface, mas o tempo tinha mudado e estava a chover a potes, pelo que improvisamos um serão muito caseiro, e ele mais uma vez a cozinhar para a sua papoila.

Foi um dia muito pouco produtivo, mas soube-me pela vida.

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