Acontece-me com frequência, nos meus famosos dia “não”, dias esses que não quero ver, e muito menos conviver com mais do que aquelas pessoas que por força da vida tenho de lidar, de encontrar meio mundo. É tiro e queda. Eu bem faço aquela cara de muito atarefada, de que estou com muita pressa, mas não consigo. Ficam ali “apixicadas”, qual carraças qual quê, e não se vão embora, e andam ali naquele rol de perguntas de merda, que a minha única vontade é de lhes mandar “levar na bufa”. E insistem. E insistem.

Da parte da tarde, quando a chuva deu uma trégua, lá fui eu beber o meu cafézinho, ao entrar no café, dei de caras com uma melga, fiz-lhe um olá e fui para um canto do balcão, longeeeeeeee, mais um pouco estava na casa de banho, mas não foi suficiente, lá veio a Sr.a. D. Melga, entre risos e gritinhos histéricos, para a minha beira. Mentalmente ainda disse um fodasse. E ali esteve, a lixar-me os cornos, a dizer que estava com uma óptima cara (mentirosa de merda), que isto e aquilo, e não arredava pé. Até o maricas do meu cão, que não perde um bom cu para praticar, hoje estava armado em snob, e não fez as típicas figuras de tarado sexual que ultimamente vêm sendo habituais. Não tive outro remédio que beber o café de um golo só, e com a língua escaldada pira-me dali. A tipa ainda lançou uma inútil tentativa de acompanhar-me visto que ía para o mesmo sítio que eu, mas lá arranjei um plano B e arre que já se faz tarde. Ainda não tinha virado a puta da esquina e tungas, outra. Car@&€@.

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