Chegamos a um momento em que deixamos de ser donos da nossa vida, de escolher o precurso, a forma como o percorrer. A idade condiciona a nossa vida e com ela as tipicas perguntas de “casamentos”, de “filhos” e afins. Chegada aos trinta e um anos, nunca imaginei que esta fosse ser a minha ” irritaçao de estimaçao”, esquivar-me ou entao, tentar responder o mais educadamente possivel, a perguntas inconvenientes e despropositadas. Existe porem, quem leve este jogo a’ exaustao, o jogo e a minha paciencia.

Da mesma forma que nem todas as pessoas nasceram para ser medicos, arquitectos ou cozinheiros de profissao, tambem existe, quem nao nasceu para casar ou para ter filhos, quanto a’ segunda nao e’ o meu caso, mas que as existe, existe, e entao porque fazer disso um drama, uma interrogaçao constante, pior, juizos de valor.

Um dia, certamente estas perguntas terao um fim…  um dia… mas quer-me ca’ parecer que outras novas se irao inventar, pois esta’ claro.

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